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info ICN
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Distância aos aeroportos :
Lisboa - Setúbal, 45Km
Porto - Setúbal, 340Km
Faro - Setúbal, 250Km
Transporte próprio
AutoEstrada 12 de Setúbal para Lisboa, via Ponte Vasco
da Gama
AutoEstrada 6 para a Évora, Estremoz e fronteira de Espanha
AutoEstrada 2, ligação a Lisboa e Norte pela ponte 25 de
Abril
Estrada Nacional nº10, ligação a Lisboa por Azeitão, Quinta
do Conde e Almada
Transporte público
Estação da CP a 2,5Km da sede, com ligação ao Barreiro e
Lisboa (via fluvial).
Estação Rodoviária (Setúbal) a 1,5Km da Sede e daí com
ligação a Lisboa pela Auto Estrada 12 (Ponte Vasco da Gama )
e Auto Estrada 2 com ligação a Lisboa pela Ponte 25 de
Abril.
Empresa de transportes públicos, Setubalense S.A, com Sede
em Vila Fresca de Azeitão.
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Símbolo:
Roaz-corvineiro (Tursiops truncatus)
Criação:
D.L. Nº 430/80 de 1 de Outubro, (Cria a RNES).
Outra
legislação:
Portaria Nº 957/89 de 28 de Outubro, (Proíbe o exercício da
caça em várias áreas dentro dos limites da RNES).
Portaria Nº 562/90 de 19 de Julho, (Aprova o regulamento da
pesca no Rio Sado).
Portaria Nº 921/93 de 21 de Setembro, revoga a Portaria Nº
957/89, de 28 de Outubro.
Inserção em redes internacionais de conservação:
Zona Húmida de importância Internacional inscrita na lista
de Sítios da Convenção de Ramsar.
Zona de Protecção Especial para Aves (Directiva 79/409/CEE).
Sítio da Lista Nacional de Sítios ao abrigo da Directiva
Habitats (92/43/CEE) aprovada em Concelho de Ministros
(Resolução do Concelho de Ministros nº 142/97).
Superfície:
23.971 ha.(NIG*)
*- Núcleo de Informação Geográfica
Localização:
Região Alentejo (Alentejo Litoral) e Região Lisboa e Vale do
Tejo
Distrito de Setúbal : Concelho de Alcácer do Sal
(Freguesias: Santa Maria do Castelo*, Comporta*); Concelho
de Grândola (Freguesia: Carvalhal*); Concelho de Palmela
(Freguesia : Marateca*); Concelho de Setúbal (Freguesias :
Gâmbia-Pontes-Alto da Guerra*, Sado*).
* - Só parte dentro da Área Protegida.
Relevo:
Essencialmente caracterizado por terrenos planos, de
declives suaves e moderados
Altitude máxima: 36 m , min: 0 m
Altitude mínima: 0 m
Clima:
Mediterrâneo com influência atlântica.
População:
1981: 8690 habitantes.
1991: 9220 habitantes.
Valor Natural:
A Reserva Natural do Estuário do Sado abrange a maior parte
do estuário e da sua zona circundante. Da sua superfície
estuarina fazem parte integrante as áreas marginais que
englobam na sua parte superior a vegetação rasteira dos
terrenos salgados de aluvião, os sapais. A reserva abrange
ainda zonas como as dunas de Tróia cuja vegetação, altamente
vulnerável, desempenha um papel relevante na fixação da duna
e, as lagoas da Herdade do Pinheiro, onde a presença
permanente da água doce contribui para as tornar meios ricos
em nutrientes e matéria orgânica, que permitem a existência
de uma flora e fauna muito diversificadas.
Zona húmida particularmente importante sob os pontos de
vista ictiológico, malacológico e ornitológico (terceira
zona húmida do país), funciona como local de importância
internacional para a nidificação do Perna-longa, invernada
da Tarambola-cinzenta, do Pato-trombeteiro,
Maçarico-de-bico-direito, e Alfaiate, de um modo geral, para
todas as limícolas e anatídeos. É também o núcleo mais
importante de invernada do Merganso-de-poupa e do
Mergulhão-de-pescoço-preto a nível nacional. Deverá ainda
destacar-se a população sedentária de Roaz existente no
estuário.
São ainda de salientar o «Concheiro da Comporta», zona de
ocupação urbana datada do mesolítico, os fornos romanos da
Herdade do Pinheiro (séc. I e IV d.C.), a feitoria fenícia
do Abul e os conjuntos arquitectónicos bem equilibrados da
Herdade do Pinheiro, Zambujal e Comporta. Na Carrasqueira,
destacam-se também as cabanas de colmo típicas e o cais
palafita.
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Arquitectura
A arquitectura tradicional que encontramos na área da
Reserva Natural do Estuário do Sado, nomeadamente nas zonas
dos aglomerados populacionais, tem sofrido de um modo geral
transformações profundas. Este facto decorre das alterações
provocadas pelo desenvolvimento industrial, crescimento da
população activa, progresso da urbanização e introdução de
novos materiais de construção.
No entanto, ao longo de ambas as margens do rio, nas zonas
rurais, subsistem tipos de construção que se destacam quer
através da simplicidade das suas formas quer pelo recurso
aos materiais de construção locais e pela perfeita
integração na paisagem.
A habitação rural e as cabanas tradicionais, também
destinadas a arrumo de alfaias agrícolas, apresentam
tipologias que ainda testemunham a tradição e a cultura de
um povo.
Tipologias de Construção
Habitação Rural
É sobretudo no Sul e a Leste da Reserva que perdura uma
tipologia de habitação de concepção semelhante às casas do
Litoral Alentejano. Trata-se de construções modestas, de
piso térreo, com base numa planta rectangular e com reduzido
número de vãos. As paredes são de alvenaria de taipa ou
pedra rebocada, caiadas, sendo o branco sublinhado
normalmente a azul ou ocre.
A Taipa, que teve largo uso em todo o Litoral Alentejano, é
uma terra de barro, amassada com pouca água, que se vasa
para os taipais ou enxaméis - espécie de cofragem que se
coloca à medida que se faz subir a parede. Este material,
actualmente em desuso, era aplicado sobre fundações de
pedra.
A cobertura consiste numa estrutura de madeira, apresentando
duas águas , em telha de canudo. Como elementos valorativos
assinalam-se volumosas chaminés - prismas brancos
dimensionados com imponência - rematados quase sempre por
compridas fendas à largura, os contrafortes que consolidam
as paredes e o remate dos beirados sublinhado pela
utilização da cor, tal como a base da construção e/ou a
moldura dos vãos.
Cabanas
Ainda se constroem, especialmente em locais arenosos,
algumas cabanas, que variam segundo os materiais e processos
construtivos com a função de habitar ou de guardar alfaias
agrícolas. Na Carrasqueira, onde actualmente existem
diversos exemplares, encontram-se também algumas
recentemente construídas.
Utilizando o "bracejo" ou o "estorne", ou o adobe e a
cobertura em colmo no caso de Águas de Moura, há quem lhes
chame pobres habitações de pescadores. Na Herdade do
Pinheiro as cabanas surgem agrupadas destinando-se
exclusivamente ao arrumo de utensílios agrícolas.
O caniço é o revestimento usual na construção destas
cabanas. É encostado ao ripado que estrutura as paredes, em
duas camadas, formando uma espessura que ultrapassa o
ressalto dos prumos. É fixado com tábuas, ao longo da
construção, que pregam à face exterior da armação. No remate
das empenas, essas tábuas ou "costaneiras" são paralelas ao
rebordo do triângulo e desenham um "A" com a travessa
horizontal.
Nas coberturas o caniço é revestido com uma camada de
bracejo e fixado na parte superior com uma armação de cana
cruzada, pormenor que confere um traçado original às cabanas
desta região.
Uma vez que estas construções são feitas de um material
extremamente sujeito a incêndios, estabeleceram-se duas
construções separadas por família: a cabana de lume, onde se
cozinha e tomam refeições, e a cabana grande, com sala e
quartos. Esta preocupação levou ainda ao uso corrente de uma
espécie de lareira ao ar livre - o fogão - formada por uma
cova com os bordos em ferradura recobertos por vezes de
tijoleira, onde cozinham sempre que o tempo o permite.
A "Cabana de Lume" tem o acesso através de uma porta baixa
rasgada no topo da construção, e a linha da estrutura de
madeira do tecto, dado o seu reduzido pé direito, limitava
bastante a circulação interna. A planta correspondia a dois
espaços distintos em tabique de caniço, revestido
parcialmente de cartão canelado e de outros materiais
recuperados. O seu interior era totalmente caiado e o chão
de terra batida. A fraca luz da abertura da porta e de uma
pequena janela lateral mostravam o asseio de um mobiliário
reduzido e do poial onde se encontrava o bico de gás. Nas
paredes exteriores, sobre o caniço, apenas realçam o desenho
das costaneiras caiadas a branco e o azul da pequena janela
junta ao beiral.
Edifícios e Conjuntos de interesse arquitectónico
A Listagem dos Imóveis Classificados do Instituto Português
do Património Arquitectónico não refere, para a área da
R.N.E.S., edifícios ou conjuntos arquitectónicos com valor
de interesse público. Salientam-se, no entanto, pelas suas
características de composição, implantação e desenho de
formas populares, alguns conjuntos de habitações ou
construções isoladas:
- Cabanas, na Herdade do Pinheiro e na Comporta/Carrasqueira;
- Montes, nas Herdades do Zambujal e do Pinheiro e na
Comporta - Arquitectura Tradicional;
- Moinho de marés, na Herdade da Mourisca;
- Porto de pesca na Carrasqueira, porto palafita de
características tradicionais.
A falta de estudos sobre materiais tradicionais e de
projectos desenvolvendo soluções de reconversão e
reabilitação da arquitectura regional, contribuem, a par de
outros factores atrás mencionados, para a degradação das
formas e modelos tradicionais.
Estas construções representam um valor patrimonial
inestimável, pelo engenho do processo construtivo,
pormenores de belo efeito plástico e pela sobrevivência
histórica.
Arqueologia
Neolítico
Os vestígios mais antigos de ocupação humana descobertos até
data nas margens do Rio Sado, na área compreendida entre
Alcácer do Sal e Setúbal, remontam ao Neolítico médio final,
há cerca de 5.200/4.500 anos, e situam-se fundamentalmente
na margem esquerda da foz, entre as povoações da Comporta e
Carrasqueira, embora tenha sido também descoberta uma jazida
na margem direita (Faralhão).
As características naturais da foz eram então bastante
diferentes das actuais, uma vez que não se encontrava ainda
formado o cordão dunar de Tróia, cujo extremo não passaria
então de uma ilha, consistindo a área da Comporta num
sistema de tipo lagunar com uma franca ligação com o mar, o
que lhe conferia condições preferenciais e selectivas para a
existência de algumas espécies de peixes, moluscos e
mariscos, como a dourada, a amêijoa e o lingueirão.
A escolha desta área como local de fixação por populações
neolíticas deve-se pois às suas extraordinárias condições
naturais que, numa época de progressiva sedentarização dos
povos, permitiram o seu estabelecimento e crescimento
demográfico, baseado fundamentalmente numa economia de
pesca/colecção, complementada com a agricultura e a criação
de gado, já então praticadas.
As jazidas descobertas nesta zona (Celeiro Velho, Malhada
Alta, Possanco, Pontal, Barrosinha e Sapalinho), revelam
níveis de concheiro e artefactos que permitem estabelecer a
evolução desde a primeira fixação humana na zona (Pontal),
até ao inicio da Idade do Bronze, altura em que se processou
o desenvolvimento da agropastorícia e do comércio. A
generalização da guerra que obrigou as populações do
Calcolítico a trocarem os locais baixos por zonas elevadas
com boas condições naturais de defesa poderá estar na origem
do abandono da zona por parte de grupos humanos infere da
falta de vestígios arqueológicos posteriores.
Idade do Ferro
Nesta época, a desembocadura do Sado foi de novo um ponto de
atracção dadas as excelentes condições naturais de porto que
permitiram a implantação de entrepostos comerciais, fruto da
intensificação das transações comerciais encetadas pelos
povos mediterrânicos, surgindo vestígios de feitorias
fenícias não só em Setúbal, mas também em Abul, na margem
Norte do Sado.
Datam também desta época os primeiros vestígios de ocupação
do cerro do castelo de Alcácer do Sal, a que não será
estranho a boa navegabilidade do rio até àquela localidade
situada a vinte milhas do mar, as boas condições de defesa e
as terras férteis envolventes, permitindo o desenvolvimento
de uma população de grande poder económico.
Ocupação Romana
Os interesses da colonização Romana nesta região,
estabilizada por volta do ano 25 a.C., incidiram
essencialmente na exploração e transformação dos recursos
marinhos. Nas praias da desembocadura do Sado (Rasca,
Comenda, Setúbal e Tróia) e também no Creiro, perto do
Portinho da Arrábida, foram instalados importantes centros
fabris de sal, a de peixe e preparação do garum, produto
muito apreciado pelos Romanos, composto de restos de peixe,
ovas, sangue, mariscos e moluscos macerados em sal, a que se
adicionavam molhos que lhe conferiam uma vasta gama de
variedades e que depois de embalados em ânforas eram
exportados para os centros de consumo do império. A produção
de ânforas, indústria subsidiária da salga de peixe, ocorria
em fornos situados principalmente na margem Norte do Sado
(Pinheiro, Abul, Encharrusqueira e outros).
A estação arqueológica de Tróia revela o centro mais
importante da ocupação Romana na Região.
Localizada quase no extremo da península de Tróia, fora dos
actuais 1imites da R.N.E.S. a estrutura edificada estende-se
ao longo da desembocadura do Sado, frente a Setúbal.
Esta estação, representativa de um dos mais interessantes
conjuntos fabris de conserva de peixe do Império Romano data
dos inícios do Séc. I D.C. O complexo, que é testemunho da
intensa actividade industrial e comercial da zona, ocupa uma
faixa importante de terreno e apresenta ainda uma densidade
considerável de construções. A área ocupada estima-se em
cerca de 2 hectares.
Os tanques de salga, de planta quadrada, estão agrupados em
núcleos independentes e destinavam-se a conter o produto
(peixe e marisco) devidamente escolhido e separado segundo
as espécies.
No conjunto da área edificada é de assinalar uma zona
habitacional, balneário, três zonas de encerramento e um
núcleo religioso.
Sabe-se que, embora o vasilhame tivesse proveniência
exterior, o conjunto fabril, dispunha de estruturas
suficientes para ter fixado no local uma população activa
que assegurou aquela indústria durante quatro séculos.
Uma parte das construções encontrasse dentro de água devido
à erosão, provocado pelas correntes de maré, na duna que
suporta este conjunto.
|
|
 |
AVES DO ANEXO I
(Directiva 79/409/CEE)
| NOME |
Residente |
Nidif. |
Invern |
Passagem |
| Alcedo atthis |
P |
|
|
|
| Ardea purpurea |
|
P |
|
|
| Calandrella brachydactyla |
|
P |
|
|
| Ciconia ciconia |
|
70 p |
300 i |
|
| Circus pygargus |
|
P |
|
|
| Egretta garzetta |
|
|
P |
|
| Glareola pratincola |
|
20 p |
|
|
| Ixobrychus minutus |
|
P |
|
|
| Larus melanocephalus |
|
|
P |
|
| Limosa lapponica |
|
200 i |
|
|
| Pandion haliaetus |
|
|
1-3 i |
|
| Philomachus pugnax |
|
|
|
P |
| Phoenicopterus ruber |
|
|
400 i |
|
| Platalea leucorodia |
|
|
R |
P |
| Pluvialis apricaria |
|
|
P |
|
| Recurvirostra avosetta |
|
P |
6000 i |
|
| Sterna albifrons |
|
100 p |
|
|
| Sterna hirundo |
|
|
|
P |
| Sterna sandvicensis |
|
|
P |
|
| Sylvia undata |
P |
|
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|
AVES MIGRADORAS NÃO
INCLUÍDAS NO ANEXO I
| NOME |
Residente |
Nidif. |
Invern |
Passagem |
| Acrocephalus arundinaceus |
|
P |
|
P |
| Acrocephalus schoenobaenus |
|
|
|
P |
| Acrocephalus scirpaceus |
|
P |
|
P |
| Alauda arvensis |
|
|
P |
|
| Alca torda |
|
|
P |
|
| Anas acuta |
|
|
7500 i |
|
| Anas clypeata |
|
|
2000 i |
|
| Anas crecca |
|
|
3000 i |
|
| Anas penelope |
|
|
150 i |
|
| Anas platyrhynchos |
|
P |
1000 i |
4000 i |
| Anthus pratensis |
|
|
P |
|
| Anthus spinoletta |
|
|
P |
|
| Ardea cinerea |
|
|
40 i |
|
| Arenaria interpres |
|
|
30 i |
|
| Aythya ferina |
|
|
P |
|
| Calidris alba |
|
|
P |
|
| Calidris alpina |
|
|
16000 i |
|
| Calidris canutus |
|
|
80 i |
P |
| Calidris ferruginea |
|
|
|
P |
| Calidris minuta |
|
|
P |
|
| Charadrius dubius |
|
|
|
P |
| Charadrius hiaticula |
|
|
750 i |
|
| Columba palumbus |
|
|
500000 i |
|
| Coturnix coturnix |
|
P |
|
|
| Erithacus rubecula |
|
|
P |
|
| Ficedula hypoleuca |
|
|
|
P |
| Gallinago gallinago |
|
|
P |
|
| Haematopus ostralegus |
|
150 i |
|
|
| Hippolais polyglotta |
|
P |
|
|
| Hirundo rustica |
|
P |
|
P |
| Lanius senator |
|
P |
|
|
| Larus argentatus |
|
P |
P |
|
| Larus fuscus |
|
P |
P |
|
| Larus marinus |
|
2 i |
|
|
| Larus minutus |
|
|
|
P |
| Larus ridibundus |
|
|
P |
|
| Limosa limosa |
|
|
11000 i |
|
| Locustella luscinioides |
|
|
|
P |
| Locustella naevia |
|
|
|
P |
| Luscinia megarhynchos |
|
P |
|
P |
| Mergus serrator |
|
|
150 i |
|
| Merops apiaster |
|
P |
|
|
| Motacilla alba |
|
|
P |
|
| Motacilla flava |
|
P |
|
P |
| Muscicapa striata |
|
|
|
P |
| Numenius arquata |
|
|
200 i |
|
| Numenius phaeopus |
|
|
10 i |
P |
| Oenanthe oenanthe |
|
P |
|
P |
| Phalacrocorax carbo |
|
|
2500 i |
|
| Phylloscopus trochilus |
|
|
|
P |
| Pluvialis squatarola |
|
|
1800 i |
|
| Remiz pendulinus |
|
|
P |
|
| Riparia riparia |
|
P |
|
P |
| Sturnus vulgaris |
|
|
P |
|
| Sylvia borin |
|
|
|
P |
| Sylvia communis |
|
|
|
P |
| Tringa erythropus |
|
|
P |
P |
| Tringa nebularia |
|
|
P |
P |
| Tringa ochropus |
|
|
P |
P |
| Tringa totanus |
|
P |
1200 i |
|
| Turdus philomelos |
|
|
P |
|
| Vanellus vanellus |
|
|
P |
|
|
|
informação ICN |
|
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